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Golpes aumentam com a pandemia
14/05/20 12:57 Fonte: Assessoria

Consultor da ANAJUSTRA Federal ensina como se defender.



José Carlos Dorte*
 

Em meio à pandemia e a necessidade de isolamento social, uma grande parcela da população começou a consumir mais produtos e serviços pela internet. Os golpistas têm tirado proveito desse período, especialmente, porque muitas pessoas ainda não estão acostumadas a realizar transações digitais. 
 
Esse é um alerta da Federação Brasileira de Banco (Febraban)  e, segundo especialistas, um dos golpes mais comuns nestes tempos é o sequestro de dados pessoais da vítima, por meio de algum link que promete informações em relação ao coronavírus.
 
Muitas pessoas, no início da quarentena, devem ter recebido pelo WhatsApp uma mensagem dizendo que a Ambev estava distribuindo álcool gel. Em nota oficial, a empresa afirmou: "Algumas mensagens estão circulando pelas redes sociais levando ao cadastro para retirada de álcool em gel em postos de recolhimento. Gostaríamos de alertar que nosso álcool em gel produzido será destinado para uso em hospitais públicos. Não clique em links suspeitos".
 
Conhecido como “phishing”, esse é um tipo de fraude bastante comum. Na maior parte dos casos, os criminosos tentam se passar por uma instituição conhecida, como um banco ou um e-commerce popular, e induzem o usuário a fornecer dados pessoais e financeiros, por meio do acesso a páginas falsas ou mensagens. Nelas, eles tentam atrair a atenção do usuário com a possibilidade de obter alguma vantagem ou desvantagem financeira. 
 
Fique atento às dicas abaixo e proteja-se de vários tipos de armadilhas
 
  • Banco não liga nem encaminha links por SMS, WhatsApp ou e-mail pedindo atualização dos dados, sincronização de token ou desbloqueio de cartão;
  • Banco não entra em contato para pedir cadastro de favorecido, transferências, transações para testes ou estorno de valores nem desbloqueio de cartão;
  • Banco não entra em contato para dizer que sua conta será bloqueada por falta de atualização cadastral. Também não envia ninguém em sua casa para qualquer tipo de serviço;
  • Não clique em nenhum link de SMS, WhatsApp ou e-mail. Digite, no navegador o endereço eletrônico do banco ou da loja em que pretende realizar a transação ou compra;
  • Baixe aplicativos bancários da loja oficial do sistema operacional do seu dispositivo.
  • Nunca passe informações do seu cartão de crédito para estranhos. Em qualquer compra, a pessoa precisa do CVV, que é o código de segurança do seu cartão de crédito. Esse número precisa ser protegido como sua vida. Nada de informá-lo por telefone ou mensagem;
  • É extremamente importante ter senhas seguras e diferentes para: e-mails, redes sociais, cadastros em sites, aplicativo de banco e conta do celular.
 
Prevenção
 
A melhor forma de se prevenir é identificar mensagens contendo tentativas de golpes. Elas geralmente possuem características como:
 
  • oferecem quantias astronômicas de dinheiro;
  • solicitam sigilo nas transações;
  • solicitam que você a responda rapidamente;
  • apresentam palavras como "urgente" e "confidencial" no campo de assunto;
  • apresentam erros gramaticais e de ortografia. 
 
Além de ter essas características em mente, lembre-se também do velho ditado: “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”. 
 
Vale alertar ainda que mensagens deste tipo nunca devem ser respondidas. Ao fazer isso, você está confirmando que seu endereço de e-mail é válido e ele poderá, por exemplo, ser incluído em listas de spam ou de possíveis vítimas em outros tipos de golpes.

*Consultor financeiro da ANAJUSTRA Federal
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