Um deles21/07/2010 em: Versos 1 comentário Tags: amor, poema A poesia faz parte de boa parte da vida do técnico judiciário Edilmo Bezerra de Souza.Em sua terceira participação no Espaço Cultural, o poeta fala sobre o amor.
Dois mil e um amantes
Essas palavras se fazem
cortantes
Independentemente do
Instante
Em que todos os momentos
Foram excitantes.
Raras performances
Marcantes
Desdenharam das caras mendigas
-Pedantes
Pedintes de um gozo caro,
Esfuziante
Percorrendo muitas partes
Lubrificantes
E eu,
Por portar assaz um
Alto-falante
Calo-me (confesso) agora,
Quietante.
Pois sou aquele UM dos
Dois mil e
Um amantes.
Por Edilmo Bezerra de Souza, servidor do TRT7
Palavras envolventes remetem à reflexão 13/07/2010 em: Versos, Livros Comente este post Tags: Livro,crônica
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Servidor da Justiça do Trabalho, jornalista e membro do Centro de Letras de Francisco Beltrão, Richard Zajaczkowski desenvolve o dom das palavras nas horas de lazer. Apaixonado por leitura escondeu o dom da escrita anos a fio admirando outros autores e tomando-os como inspiração.
Não nasceu no Brasil, mas tomou a terra como sua pátria e encantou todos a sua volta quando começou a divulgar suas crônicas em um periódico. As palavras doces, lições e acontecimentos do cotidiano são contados de forma envolvente por Richard, o que levou a criação de seu primeiro livro “Moral da História”.
A obra reuniu alguns trabalhos do autor ao longo de seis anos de publicações de artigos, crônicas e poemas. Retrata a busca pela sabedoria por meio das relações cotidianas. “Meus artigos tratam de temas tanto antigos quanto atuais e versam sobre psicologia do comportamento humano. Ainda enfoca a atividade humana e suas mazelas cotidianas”, resume Richard.
Confira a coluna semanal do autor
A produção não parou em sua primeira obra, Richard também desenvolveu uma segunda publicação: “A moral da história continua”. Seguindo o padrão, a obra retrata a conduta diária do ser humano e proporciona ensinamentos a partir disso.
Como comprar “A moral da história continua”
Leia ainda: A ocasião faz o ladrão
 Esperança! Flor! Vida!24/06/2010 em: Versos Comente este post Tags: Vida, esperança, flor Há dias que são melancólicos / que
me parecem que as entrenhas
se combinam para ficarem estranhas
com seus atos históricos.
O sino badala seus sons tinindo
A carne se regozija sentindo
Quando o relógio boceja fingindo
as horas da dor se ouvindo.
O beijo, então!,sempre amado e molhado,
seco fica, nas imagem sem cor
sem doce, sem amor.
Esperança! Flor! Vida!
Acode esta penosa alma sofrida
que permeia o universo humano!
Revela o segredo do riso
a paixão inalterada do sorriso
como recurso perene da ação sem engano!
Por Edilmo Bezerra, servidor do TRT7 Versos, rimas e poemas com Edilmo de Souza27/05/2010 em: Versos Comente este post Tags: Versos, poemas A poesia faz parte de boa parte da vida do técnico judiciário Edilmo Bezerra de Souza. Vencedor de um prêmio, seu trabalho já foi publicado em dois jornais da cidade na qual mora, Fortaleza. Sonha publicar sua obra no estado do Ceará e quem sabe no Brasil.
Confira a poesia de Edilmo.
Versos, rimas e poemas
Faço versos em homenagem a mim
Porque sei amar
Porque sei viver
Porque sei gozar
em você
Faço rimas para agradar meu coração
Porque aprendi a aapreender de antemão
do que se respalda tua veste de
solidão
Faço poemas para colocar as letrinhas
Nos seus espaços temporais
Como o Amor de dotes especiais
É traduzido em todas as fases mesmo nas
Entrelinhas.
As aparências enganam03/12/2009 em: Versos Comente este post
“As aparências enganam aos que odeiam e aos que amam”;
tocava na rádio a versão gravada pela Elis Regina; e o
Figueira ouvindo, confortavelmente deitado em sua cama;
doce olhar de agradecimento daquela velhinha que o
Figueira ajudou a atravessar a rua; ele é assim mesmo:
adora ajudar os outros; quase perdeu a vida tentando salvar
o cachorro de um colega de trabalho...
Entusiasmado com as participações no Espaço Cultural da ANAJUSTRA, o servidor Roberson Santos agradece as visitas e nos presenteia com mais uma produção. “Nesse espaço, outras pessoas podem ler, apreciar ou não...O importante é que está lá e, talvez, toque alguém de alguma forma”, declara.
Dessa vez, o conto compartilhado é “Aparências”, que também faz parte de sua obra “Quotidianos”. “Vivemos em um mundo cercado de aparências, de muitas máscaras que, muitas vezes, precisamos usar mesmo”, adianta Roberson.
Mais:
A arte de amar, desamar e escrever de Roberson dos Santos
"O verbo amaar", mais uma poesia de Roberson dos Santos
Mais sobre o amor, por Roberson dos Santos
"O ponto", por Roberson dos Santos
A arte de contar com palavras o que o coração sente
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