Importada de nossos colonizadores portugueses, as marchinhas começaram a ser criadas no Brasil em 1899. De lá para cá conquistaram seu lugar nos carnavais e foram reconhecidas por todo território brasileiro. Tratando dos mais diversos assuntos do cotidiano, as marchinhas, apesar de tanto tempo de história, ainda conquistam seguidores e até mesmo compositores.
Um deles é o servidor da Justiça do Trabalho, Heronides Alves Coelho Neto, mais conhecido como Neto da Paraíba. Concursado há mais de 16 anos, trabalha no TRT da Paraíba e iniciou a vida de compositor aos 50 anos de idade. Entre marchinhas de carnaval, hinos para clubes de futebol, sambas, forrós, marchinhas evangélicas, frevos instrumentalizados e frevos canção, Neto já compôs três CDs. “Minha formação é em economia, nunca estudei teoria musical e geralmente quem compõe frevos são maestros”, conta.
O primeiro álbum “Vamos rir com marchinhas anti-stress” o próprio Neto interpretou e os outros dois “Frevos e Marchinhas” e “Os melhores Hinos” quem interpreta é um conhecido cantor de frevos e marchinhas, Jadir Camargo. “As marchinhas contidas no meu primeiro CD são irreverentes, de protesto, de humor e algumas de duplo sentido", explica.
Curta mais duas canções do álbum “Outra visão” do cantor e compositor Franzé. Servidor da Justiça do Trabalho da 13ª Região, ele tem como paixão a música e dedicou meses de 2009 para elaboração do CD.
Após alguns meses de trabalho e dedicação o compositor e cantor Francisco José Pereira, o Franzé, finaliza seu CD “Outra previsão”. “Foram meses de dedicação e tudo foi feito com muito carinho para o público”, conta Franzé.
A obra é composta por dez faixas todas elaboradas por Franzé. “Gostaria que se atentassem, especialmente, à mensagem que tento passar em cada uma de minhas canções expostas nesse álbum”, indica.
Com auxilio de alguns instrumentos musicais e contando com variações e características de diferentes vozes, o grupo vocal Sopro e Cordas já está no seu terceiro disco, Vozes Brasileiras, e presta homenagem aos mais famosos grupos vocais que marcaram a música brasileira. O lançamento será no dia 27/08 no Iate Clube em Brasília.
São cinco integrantes que fazem parte do grupo, entre eles está o servidor da Justiça do Trabalho e associado da ANAJUSTRA, Misael Guerra, responsável por vocal e violão.
Entre os grupos homenageados estão o MPB4, Boca Livre, Os Cariocas, Banda de Pau e Corda, Quinteto Violado, Trio Iraquitã. Além disso, serão interpretadas músicas de autores brasileiros consagrados, como Dorival Cayrnmi, Luiz Gonzaga, Chico Buarque, Milton Nascimento, Zé Renato, Dominguinhos, Tavito e outros. O novo disco do grupo ainda conta com a participação de vários instrumentistas da cidade de Brasília, onde foi gravado o CD e será feito o show de divulgação.
Sopros e Cordas
O Sopro & Cordas surgiu no final dos anos 70. No início dos anos 80, trilhou os caminhos da música popular, participando de festivais locais e regionais. O seu primeiro show "Luzes da América", em 1984, no Teatro da Caixa, foi o início oficial da carreira do grupo.
Sua primeira experiência internacional se deu no Festival de Cultura Caribenha, em Cuba, na cidade de Santiago de Cuba, no ano de 2000, a convite dos organizadores.
A última participação do Sopro & Cordas se deu no "Projeto MPB Petrobras", abrindo o show da Elza Soares, na Sala Villa Lobos.
Serviço
Data: 27 de agosto de 2009 (Quinta-Feira)
Horário: 20:00
Local: Iate Clube (Sede Antiga)
End: Setor de Clubes Esportivo Norte – SCEN – Trecho 2, Lote 2
Entrada (com direito a coquetel): Sócio: R$20,00/ Não-Sócio: R$30,00
Para saber mais sobre o lançamento acesse: http://soproecordas.musicblog.com.br/
Para quem mora em São Paulo e deseja encontrar uma diversão para a família toda participar, o grupo vocal Juke traz uma opção. “Juke Cantando Jingles e Seriados Antigos de TV” é o espetáculo que ficará em cartaz todas as quintas, até o fim de junho, sempre às 21 horas. As apresentações serão no Teatrix, bar na parte de baixo e teatro na parte de cima. Fica na rua Peixoto Gomide, 1066, ao lado do parque Trianon.
O enredo do espetáculo é baseado em uma bem humorada viagem musical pela história do rádio e da TV. O repertório cheio de jingles e seriados da década de 60 que se tornaram ícones culturais. Quem não se lembra de Rusty e de seu fiel companheiro, Rin-Tin-Tin, das emocionantes aventuras do Speed Racer ou das trapalhadas dos Flintstones? Essas e outras memórias dos seriados e dos jingles mais famosos garantem diversão para todos os gostos e idades.
A dica é do associado da ANAJUSTRA e integrante do Juke, Daniel Bezerra de Queiroz. Daniel também participa do coral do TRT da 2ª Região, onde é servidor.
Para mais informações sobre o grupo, acesse o site www.juke.com.br.
No Aúdio, uma canjinha do que o espetáculo reserva.