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<title>ANAJUSTRA - Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho</title>
<link>http://www.anajustra.org.br</link>
<description>Associação Nacional dos Servidores da Justiça do Trabalho</description>
<copyright>Copyright ANAJUSTRA. Todos os direitos reservados.</copyright>
<language>pt-br</language>
<item>
<title><![CDATA[Contribuição de inativos pode ser revista, diz secretário da Previdência]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6451</link>
<description><![CDATA[<p>O secret&aacute;rio de Pol&iacute;ticas de Previd&ecirc;ncia Social, Leonardo Jos&eacute; Rolim, disse nesta quinta-feira aos deputados da Comiss&atilde;o de Seguridade Social e Fam&iacute;lia que &eacute; poss&iacute;vel discutir ajustes na regra que criou a contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria dos servidores p&uacute;blicos inativos.<br />
<br />
Rolim participou de audi&ecirc;ncia p&uacute;blica sobre a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) 555/06, que acaba com a contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria de 11% sobre os benef&iacute;cios dos servidores p&uacute;blicos inativos que excedem o teto do INSS de R$ 3916,00. Pelo substitutivo aprovado em comiss&atilde;o especial, a contribui&ccedil;&atilde;o teria um desconto de 20 pontos percentuais ao ano a partir dos 61 anos de idade at&eacute; ser zerada aos 65 anos.<br />
<br />
A contribui&ccedil;&atilde;o dos inativos foi defendida pelo secret&aacute;rio. Segundo ele, a inten&ccedil;&atilde;o &eacute; compensar o fato de que muitos servidores contribu&iacute;ram pouco com a previd&ecirc;ncia p&uacute;blica ou aproveitaram o tempo como celetistas para receber proventos integrais na aposentadoria.<br />
<br />
<strong>Injusti&ccedil;as</strong><br />
<br />
No entanto, disse, quem obteve seu primeiro emprego no servi&ccedil;o p&uacute;blico ap&oacute;s a reforma, em 2003, vai contribuir a vida toda com 11% e ainda assim ser&aacute; descontado na aposentadoria, o que, para ele, &eacute; injusto. &ldquo;N&atilde;o concordamos com a mera extin&ccedil;&atilde;o da contribui&ccedil;&atilde;o, mas entendemos que &eacute; vi&aacute;vel um debate sobre a quest&atilde;o. A contribui&ccedil;&atilde;o &eacute; justa e necess&aacute;ria, por&eacute;m eu entendo que cria algumas injusti&ccedil;as e leva algumas pessoas a contribuir de fato muito mais tempo do que seria necess&aacute;rio para pagar os seus benef&iacute;cios&rdquo;, argumentou<br />
<br />
O deficit da previd&ecirc;ncia p&uacute;blica federal em 2011, segundo Rolim, foi de R$ 54 bilh&otilde;es. Mas a Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip) apura um super&aacute;vit de R$ 77 bilh&otilde;es, pois contabiliza todas as receitas e despesas da seguridade social.<br />
<br />
<strong>Mobiliza&ccedil;&atilde;o</strong><br />
<br />
O deputado Amauri Teixeira (PT-BA), que coordenou a audi&ecirc;ncia, disse que as entidades de aposentados t&ecirc;m que se mobilizar para pressionar os deputados a votar a PEC em Plen&aacute;rio. Ele lembrou a mobiliza&ccedil;&atilde;o feita pelas redes sociais para a aprova&ccedil;&atilde;o da PEC 270/08, que tratou da aposentadoria por invalidez do servidor p&uacute;blico. &ldquo;Usamos essa estrat&eacute;gia e a PEC 270 deslanchou e foi aprovada de maneira supreendentemente c&eacute;lere no ano passado&rdquo;, lembrou.<br />
<br />
Os representantes de entidades de servidores p&uacute;blicos disseram que o pagamento da contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria pelos inativos &eacute; uma bitributa&ccedil;&atilde;o. O presidente da Anfip, &Aacute;lvaro Sol&oacute;n de Fran&ccedil;a, disse que o Supremo Tribunal Federal teve que fazer um contorcionismo jur&iacute;dico para declarar constitucional a contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria dos inativos.<br />
<br />
Ele tamb&eacute;m lembrou que os militares n&atilde;o est&atilde;o sujeitos &agrave; contribui&ccedil;&atilde;o, &ldquo;ent&atilde;o os servidores civis teriam sido escolhidos para arcar com este ajuste fiscal&rdquo;. Edson Guilherme Halbert, do Instituto dos Servidores Inativos, informou que a contribui&ccedil;&atilde;o foi uma imposi&ccedil;&atilde;o do Fundo Monet&aacute;rio Internacional (FMI) e lembrou que hoje o Pa&iacute;s n&atilde;o deve mais nada ao FMI.<br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[18/05/2012 08:52:40]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ayres Britto defende a divulgação de salários do Judiciário]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6450</link>
<description><![CDATA[<p>O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Carlos Ayres Britto, defendeu ontem,17, a divulga&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios e gratifica&ccedil;&otilde;es dos integrantes do Poder Judici&aacute;rio, magistrados e servidores. Ele afirmou, no entanto, que o caso dever&aacute; ser discutido com os demais ministros da Corte e decidido conjuntamente. <br />
<br />
Ayres Britto lembrou de decis&atilde;o proferida pelo STF em 2009, que anulou decis&otilde;es do TJ-SP (Tribunal de Justi&ccedil;a de S&atilde;o Paulo) contr&aacute;rias &agrave; publica&ccedil;&atilde;o dos vencimentos dos servidores da cidade de S&atilde;o Paulo. <br />
Ele diz ser favor&aacute;vel &agrave; divulga&ccedil;&atilde;o de todos os dados, menos o endere&ccedil;o do funcion&aacute;rio p&uacute;blico, por se tratar de uma informa&ccedil;&atilde;o estritamente pessoal. <br />
<br />
&quot;Fui relator de uma decis&atilde;o proferida aqui, de S&atilde;o Paulo e s&oacute; exclu&iacute; da publica&ccedil;&atilde;o os endere&ccedil;os por uma quest&atilde;o de seguran&ccedil;a&quot;, disse o ministro. <br />
<br />
De acordo com o presidente do Supremo, dever&aacute; ocorrer uma reuni&atilde;o administrativa na pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira em que os ministros v&atilde;o discutir essa quest&atilde;o. <br />
<br />
Britto afirmou que ainda &eacute; necess&aacute;rio definir se haver&aacute; uma regulamenta&ccedil;&atilde;o conjunta sobre o tema, com a participa&ccedil;&atilde;o de todos os presidentes de tribunal, ou apenas uma orienta&ccedil;&atilde;o para que cada Corte do Brasil crise suas pr&oacute;prias regras. <br />
<br />
<strong>Mensal&atilde;o</strong><br />
<br />
Ayres Britto tamb&eacute;m afirmou que pretende iniciar a discuss&atilde;o, nesta mesma reuni&atilde;o da pr&oacute;xima ter&ccedil;a-feira, sobre a organiza&ccedil;&atilde;o da an&aacute;lise sobre o caso do mensal&atilde;o. <br />
<br />
Segundo o ministro, as discuss&otilde;es ainda s&atilde;o &quot;preliminares&quot;, at&eacute; porque o revisor desta a&ccedil;&atilde;o, Ricardo Lewandowski, ainda n&atilde;o liberou seu voto e o tribunal depende disso para marcar a data do julgamento. <br />
A ideia da reuni&atilde;o &eacute; conversar sobre o cronograma do julgamento, al&eacute;m de quest&otilde;es de log&iacute;stica, de formata&ccedil;&atilde;o. <br />
<br />
&quot;Independentemente do dia que se marcar para julgamento, j&aacute; ter&iacute;amos algumas coisas encaminhadas&quot;, afirmou Britto. <br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[18/05/2012 08:13:29]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comissão especial sobre teto do serviço público elege presidente]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6449</link>
<description><![CDATA[<p>A comiss&atilde;o especial criada para analisar a Proposta de Emenda &agrave; Constitui&ccedil;&atilde;o (PEC) 5/11, que estabelece um teto salarial &uacute;nico para o servi&ccedil;o p&uacute;blico federal, elege hoje seu presidente e seus vice-presidentes.<br />
<br />
A proposta estabelece que o presidente da Rep&uacute;blica, o vice-presidente, os ministros de Estado, os senadores e os deputados federais ter&atilde;o subs&iacute;dios id&ecirc;nticos aos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).<br />
<br />
Em 2010, a C&acirc;mara aprovou projeto de decreto legislativo da Mesa Diretora que fixa a mesma regra. O projeto tamb&eacute;m foi aprovado pelo Senado e transformado no Decreto Legislativo 805/10.<br />
<br />
A reuni&atilde;o ser&aacute; realizada no Plen&aacute;rio 16 &agrave;s 14h30.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[17/05/2012 09:54:46]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Presidentes do STF e do STM discutem acesso à informação e reajuste do Judiciário]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6448</link>
<description><![CDATA[<div>A Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o e o reajuste salarial do Judici&aacute;rio foram temas do encontro ontem, 16, entre o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, e o presidente do Superior Tribunal Militar (STM), almirante Alvaro Luiz Pinto. &ldquo;Conversamos sobre a ideia de juntar os tribunais em prol de uma Justi&ccedil;a pr&oacute;spera, eficiente e c&eacute;lere e tamb&eacute;m tratamos da Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o. Temos de ter um regulamento comum e vamos fazer um trabalho conjunto para que isso possa acontecer o mais breve poss&iacute;vel&rdquo;, disse o ministro Alvaro Luiz Pinto. A Lei 12.527/11, que regulamenta o acesso &agrave; informa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica por todos os cidad&atilde;os como direito e garantia fundamental, entrou em vigor nesta quarta-feira.<br />
&nbsp;</div>
<div>Em rela&ccedil;&atilde;o ao reajuste salarial do Judici&aacute;rio, o presidente do STM apontou que a discuss&atilde;o ser&aacute; encaminhada pelo ministro Ayres Britto, com o aval de todos os presidentes dos tribunais superiores. &ldquo;O presidente do Supremo Tribunal Federal ser&aacute; o nosso &uacute;nico interlocutor e levar&aacute; todas nossas agruras &agrave; presidente da Rep&uacute;blica&rdquo;, afirmou.<br />
&nbsp;</div>
<div>O almirante tamb&eacute;m louvou a iniciativa do ministro Ayres Britto em estreitar a rela&ccedil;&atilde;o entre os tribunais superiores. &ldquo;Isso &eacute; altamente positivo. Quando os tribunais superiores tomam decis&otilde;es em conjunto ou conversam numa mesa sobre temas do funcionamento dos tribunais, mesmo que sejam tribunais diferentes, mas que t&ecirc;m pontos em comum, podemos chegar num denominador comum, que possa resolver nossos problemas em conjunto&rdquo;, destacou o presidente do STM.</div>
<div>&nbsp;</div>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[17/05/2012 08:19:00]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Tribunais levarão 60 dias para regulamentar Lei de Acesso]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6447</link>
<description><![CDATA[<div>Os tribunais superiores e seus conselhos levar&atilde;o 60 dias para regulamentar a Lei de Acesso &agrave; Informa&ccedil;&atilde;o, aprovada h&aacute; seis meses pelo Congresso. A decis&atilde;o foi anunciada nesta quarta-feira, no primeiro dia de vig&ecirc;ncia da legisla&ccedil;&atilde;o que assegura ao cidad&atilde;o o direito de conhecer todos os documentos p&uacute;blicos, exceto os protegidos por sigilo justificado. Em nota, o Conselho Nacional de Justi&ccedil;a informou que o presidente do Conselho e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Carlos Ayres Britto, encaminhou of&iacute;cio no &uacute;ltimo dia 10, alertando &ldquo;os presidentes de tribunais da necessidade de se adotar provid&ecirc;ncias para o cumprimento dos dispositivos da Lei 12.527&rdquo;.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div>No Judici&aacute;rio, STF e Superior Tribunal de Justi&ccedil;a usaram os canais de comunica&ccedil;&atilde;o j&aacute; existentes, como &ldquo;Fale Conosco&rdquo; e &ldquo;Atendimento STF&rdquo;, para atender pedidos pela internet. O Senado lan&ccedil;ou o portal &ldquo;e-Cidadania&rdquo;. E a C&acirc;mara se valeu do &ldquo;Fale Conosco&rdquo;. Nos dois Poderes, as dire&ccedil;&otilde;es dos &oacute;rg&atilde;os dizem que a maioria das informa&ccedil;&otilde;es de interesse p&uacute;blico j&aacute; est&aacute; na internet.<br />
&nbsp;</div>
<div>S&oacute; em dois meses, os tribunais ter&atilde;o par&acirc;metros para definir o que deve ser considerado documento reservado, secreto ou ultrassecreto no Judici&aacute;rio. Diferentemente do Executivo, onde qualquer cidad&atilde;o &mdash; independentemente da profiss&atilde;o &mdash; segue as mesmas regras para requerer documentos p&uacute;blicos, o Judici&aacute;rio faz distin&ccedil;&otilde;es. Nos dois tribunais, por exemplo, todos os requerimentos de documentos n&atilde;o publicados devem ser feitos pela imprensa &agrave; assessoria, por e-mail ou telefone.<br />
&nbsp;</div>
<div>O presidente do Senado, Jos&eacute; Sarney (PMDB-AP), anunciou cria&ccedil;&atilde;o de comiss&atilde;o para classificar documentos da Casa para divulga&ccedil;&atilde;o, como previsto na Lei. A comiss&atilde;o, aprovada nesta quarta-feira pela Mesa Diretora, nasce 180 dias ap&oacute;s a san&ccedil;&atilde;o da lei. Sarney destacou o lan&ccedil;amento, na &uacute;ltima ter&ccedil;a-feira, do Portal e-Cidadania, com informa&ccedil;&otilde;es do Senado:<br />
&nbsp;</div>
<div>&mdash; A Comiss&atilde;o Permanente de Acesso a Documentos do Senado ficar&aacute; encarregada de assessorar a dire&ccedil;&atilde;o da Casa para definir a classifica&ccedil;&atilde;o dos documentos produzidos no Senado e propor altera&ccedil;&otilde;es nos procedimentos de acesso e classifica&ccedil;&atilde;o.<br />
&nbsp;</div>
<div>O STJ informou que a regulamenta&ccedil;&atilde;o do Judici&aacute;rio deve adotar padr&otilde;es pr&oacute;prios, e lembrou que a lei foi redigida com foco no padr&atilde;o de funcionamento do Executivo. Exclusivamente no CNJ, o recurso para quem tiver pedido negado deve ser feito &agrave; ouvidoria do Conselho. Os demais tribunais ainda regulamentar&atilde;o as pr&oacute;prias regras. Ayres Britto sugeriu aos tribunais do pa&iacute;s que usem a ouvidoria para fazer o atendimento a quem busca documentos oficiais.</div>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[17/05/2012 08:17:30]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Promoção especial Dell]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6446</link>
<description><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img width="466" height="351" alt="" src="http://www.anajustra.org.br/img_site/img_fck/Dell-Inspiron-15R.jpg" /></p>
<p><br />
<br />
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<br />
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&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[16/05/2012 15:34:00]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Comissão de Trabalho aprova reajuste para servidores do TCU]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6445</link>
<description><![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Trabalho, de Administra&ccedil;&atilde;o e Servi&ccedil;o P&uacute;blico aprovou o Projeto de Lei 1863/11, do Tribunal de Contas da Uni&atilde;o (TCU), que modifica o plano de carreira (Lei 10.356/01) e reajusta a remunera&ccedil;&atilde;o dos servidores do &oacute;rg&atilde;o. O texto aumenta o valor das fun&ccedil;&otilde;es de confian&ccedil;a e os sal&aacute;rios de servidores e de cargos em comiss&atilde;o, al&eacute;m de criar a Gratifica&ccedil;&atilde;o de Aux&iacute;lio ao Congresso Nacional. Os reajustes tamb&eacute;m valer&atilde;o para aposentados e pensionistas<br />
&nbsp;<br />
A proposta ter&aacute; impacto de R$ 303 milh&otilde;es no or&ccedil;amento deste ano, segundo c&aacute;lculos do TCU. Com a medida, o valor gasto com pessoal pelo &oacute;rg&atilde;o ficar&aacute; em 0,26% da receita corrente l&iacute;quida (RCL), menos da metade a que o &oacute;rg&atilde;o tem direito (0,46%), de acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF &ndash; Lei Complementar 101/00).<br />
&nbsp;<br />
<strong>Percentuais de reajuste<br />
</strong><br />
Pela proposta, as remunera&ccedil;&otilde;es dos 26 cargos em comiss&atilde;o de oficial de gabinete e de assistente ter&atilde;o 45% de reajuste, saindo dos atuais R$ 11.840 e R$ 8.331 para R$ 17.168 e R$ 12.081, respectivamente. J&aacute; para as fun&ccedil;&otilde;es comissionadas, a m&eacute;dia de reajuste &eacute; de 36,56%. A menor fun&ccedil;&atilde;o comissionada (FC-1) aumentar&aacute; de R$ 992 para R$ 1.282 e a maior (FC-6) subir&aacute; de R$ 4.424 para R$ 6.411.<br />
&nbsp;<br />
O projeto cria 70 novas fun&ccedil;&otilde;es de confian&ccedil;a (20 FC-5, 25 FC-4 e 25 FC-3) para desenvolvimento de atividades em equipe de maior complexidade e a realiza&ccedil;&atilde;o de atividades de grande relev&acirc;ncia para incrementar o resultado institucional.<br />
&nbsp;<br />
A proposta mant&eacute;m os vencimentos b&aacute;sicos e diminui os padr&otilde;es atuais de 13 para 8, para os auditores e t&eacute;cnicos de controle externo, cargos de n&iacute;veis superior e m&eacute;dio, respectivamente. Os auxiliares de controle externo permanecem com 13 padr&otilde;es.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Gratifica&ccedil;&otilde;es<br />
</strong><br />
A Gratifica&ccedil;&atilde;o de Aux&iacute;lio ao Congresso Nacional, criada pelo projeto, ser&aacute; de 50% sobre o maior vencimento, hoje em R$ 2.514,24 para t&eacute;cnicos e R$ 1.634,29 para auxiliares. A Gratifica&ccedil;&atilde;o de Desempenho, que hoje corresponde ao &iacute;ndice de m&aacute;ximo de 80% sobre o maior vencimento do respectivo cargo &ndash; auditor, t&eacute;cnico ou auxiliar de controle externo - ser&aacute; de 50% a 100%.<br />
&nbsp;<br />
De acordo com o texto, servidores e pessoas com cargos comissionados com vantagens incorporadas ao sal&aacute;rio ter&atilde;o as gratifica&ccedil;&otilde;es vinculadas ao vencimento b&aacute;sico para jornadas de trabalho de 30 e 20 horas, respectivamente. No texto atual, essas gratifica&ccedil;&otilde;es tinham redu&ccedil;&atilde;o de 25% para servidores com vantagens incorporadas e 50% para cargos comissionados.<br />
&nbsp;<br />
A proposta tamb&eacute;m prev&ecirc; a cria&ccedil;&atilde;o de um adicional de especializa&ccedil;&atilde;o de 12% para funcion&aacute;rios comissionados. O benef&iacute;cio incidir&aacute; sobre o maior vencimento b&aacute;sico e s&oacute; ser&aacute; concedido em cursos de &aacute;reas de conhecimento e habilidades de interesse do tribunal.<br />
&nbsp;<br />
O projeto prev&ecirc; tamb&eacute;m que os servidores poder&atilde;o trabalhar fora das depend&ecirc;ncias do tribunal, em atividades compat&iacute;veis com sua fun&ccedil;&atilde;o e que possam ser avaliadas. O TCU dever&aacute; regulamentar a medida.<br />
&nbsp;<br />
<strong>Tramita&ccedil;&atilde;o<br />
</strong><br />
A proposta, que tramita em car&aacute;ter conclusivo, ainda ser&aacute; analisada pelas comiss&otilde;es de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o; e de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania.<br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[16/05/2012 15:18:26]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CFT tem mais uma reunião cancelada]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6444</link>
<description><![CDATA[<table align="center" width="200" cellspacing="10" cellpadding="1" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td><img width="500" height="300" src="http://www.anajustra.org.br/img_site/img_fck/CFT%2016052012%20CERTA.jpg" alt="" /><br />
            <strong><em><span style="color: rgb(128, 128, 128);"><span style="font-size: smaller;">Foto: Assessoria parlamentar</span></span></em></strong></td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
<p><br />
Mais uma sess&atilde;o da Comiss&atilde;o de Finan&ccedil;as e Tributa&ccedil;&atilde;o (CFT) da C&acirc;mara foi cancelada por falta de quorum. O deputado Ant&ocirc;nio Andrade, presidente da CFT, chegou a abrir a sess&atilde;o desta quarta, 16, encerrando-a logo em seguida. O PL 6613/2009 era o 25&ordm; item da pauta.<br />
<br />
Como em outras reuni&otilde;es, o deputado Pauderney Avelino defendeu o reajuste para os servidores do Judici&aacute;rio. De acordo com o parlamentar, o que est&aacute; em jogo n&atilde;o &eacute; apenas uma quest&atilde;o salarial, mas uma carreira. Avelino lembrou que v&aacute;rias categorias do Executivo ter&atilde;o aumento a partir de junho, &quot;merecidamente&quot; e que &eacute; preciso fazer justi&ccedil;a aos servidores do Judici&aacute;rio.O deputado Jo&atilde;o Dado tamb&eacute;m saiu em defesa dos servidores, ressaltando que &eacute; preciso valorizar a categoria.<br />
<br />
O relator do projeto, deputado Roberto Policarpo, agradeceu o compromisso assumido pelo presidente da CFT em manter a proposi&ccedil;&atilde;o na pauta, mas cobrou de Andrade uma puni&ccedil;&atilde;o aos parlamentares faltosos, por estarem h&aacute; semanas prejudicando as vota&ccedil;&otilde;es da CFT.<br />
<br />
As informa&ccedil;&otilde;es s&atilde;o do assessor parlamentar da ANAJUSTRA, Roberto Bucar, que acompanhou a sess&atilde;o. <br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[16/05/2012 10:40:00]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nova coordenadora de Orçamento e Finanças do CSJT toma posse]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6443</link>
<description><![CDATA[<p>A servidora K&aacute;tia dos Santos Silva tomou posse, ontem, 15, como coordenadora de Planejamento, Or&ccedil;amento e Finan&ccedil;as do Conselho Superior da Justi&ccedil;a do Trabalho (CSJT).&nbsp; Esta foi a primeira cerim&ocirc;nia ap&oacute;s a aprova&ccedil;&atilde;o do Regulamento Geral da Secretaria do CSJT que fixou como compet&ecirc;ncia administrativa do secret&aacute;rio-geral dar posse aos novos coordenadores e assessores.<br />
<br />
Na ocasi&atilde;o, o secret&aacute;rio-geral do Conselho, Ricardo Lucena, desejou boas-vindas &agrave; nova coordenadora, que &ldquo;com sua ampla experi&ecirc;ncia na Coordenadoria de Or&ccedil;amento e Finan&ccedil;as do TST tem muito a agregar &agrave;s demandas do CSJT&rdquo;.<br />
<br />
Especialista em contabilidade p&uacute;blica e or&ccedil;amento, K&aacute;tia dos Santos Silva &eacute; servidora da Justi&ccedil;a do Trabalho h&aacute; 20 anos, tendo dedicado os &uacute;ltimos 14 anos a essas duas &aacute;reas. &ldquo;O desafio &eacute; grande, mas conto com uma equipe tecnicamente preparada e pretendo fazer o trabalho voltado para a &aacute;rea de planejamento, e assim, facilitar a capta&ccedil;&atilde;o de recursos e agilizar a gest&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria da Justi&ccedil;a do Trabalho&rdquo; declarou a nova coordenadora.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[16/05/2012 09:15:47]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CCJ vota proibição de concurso para cadastro de reserva hoje]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6442</link>
<description><![CDATA[<p>Projeto de lei do Senado que pro&iacute;be a realiza&ccedil;&atilde;o de concurso p&uacute;blico exclusivamente para a forma&ccedil;&atilde;o de cadastro de reserva ser&aacute; examinado pela Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o, Justi&ccedil;a e Cidadania (CCJ) na reuni&atilde;o desta quarta-feira (16). A proposta, de autoria do ex-senador Expedito J&uacute;nior (PR-RO), foi aprovada na Comiss&atilde;o de Assuntos Sociais (CAS) e segue para a decis&atilde;o terminativa da CCJ.<br />
<br />
A proposta (PLS 369/2008) obriga a indica&ccedil;&atilde;o expressa nos editais de concursos p&uacute;blicos do n&uacute;mero de vagas a serem providas. A medida, de acordo com o projeto, ser&aacute; observada em concursos de provas ou de provas e t&iacute;tulos no &acirc;mbito da administra&ccedil;&atilde;o direta da Uni&atilde;o, dos estados, do Distrito Federal e dos munic&iacute;pios. De acordo com a proposi&ccedil;&atilde;o, tal cadastro de reserva ser&aacute; permitido somente para candidatos aprovados em n&uacute;mero excedente ao de vagas a serem preenchidas.<br />
<br />
Na opini&atilde;o de Expedito, a realiza&ccedil;&atilde;o de concursos p&uacute;blicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princ&iacute;pios da moralidade, impessoalidade e efici&ecirc;ncia ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomea&ccedil;&atilde;o. O autor lembra a decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso p&uacute;blico.<br />
<br />
No mesmo sentido, o relator do projeto na CCJ, senador A&eacute;cio Neves (PSDB-MG), repudiou a abertura de concurso sem que ocorra necessidade administrativa demonstr&aacute;vel pela exist&ecirc;ncia de cargos vagos, frisando que a &ldquo;insensibilidade e desrespeito&rdquo; da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica trazem inseguran&ccedil;a ao candidato:<br />
<br />
&ldquo;Ainda mais grave &eacute; submeter o concursando ao desgaste de um longo per&iacute;odo de prepara&ccedil;&atilde;o, durante o qual incorre em despesas e sacrif&iacute;cios pessoais e n&atilde;o raro familiares. Gasta com cursos preparat&oacute;rios, &agrave;s vezes com o abandono do emprego para dedica&ccedil;&atilde;o integral aos estudos e, finalmente, com os valores cobrados para poder realizar as provas. Depois disto tudo, aprovado, passa a viver a expectativa e a incerteza da admiss&atilde;o ao emprego para o qual se habilitou&rdquo;, diz o relat&oacute;rio.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[16/05/2012 09:13:27]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Câmara aprova criação de 20 cargos de analista no TRT no Espírito Santo]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6441</link>
<description><![CDATA[<p>A Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o e Justi&ccedil;a e de Cidadania (CCJ) aprovou ontem, 15, o Projeto de Lei 1870/11, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que cria 20 cargos de analista judici&aacute;rio e 2 cargos comissionados no quadro do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 17&ordf; Regi&atilde;o, com sede em Vit&oacute;ria (ES). A proposta, que tramita em car&aacute;ter conclusivo, seguir&aacute; agora para o Senado, a menos que haja recurso para que seja apreciada pelo Plen&aacute;rio da C&acirc;mara.<br />
<br />
Pelo projeto, os cargos comissionados (um de n&iacute;vel CJ-3 e outro CJ-2) ser&atilde;o lotados no quadro de pessoal da secretaria do tribunal. J&aacute; os cargos efetivos s&atilde;o de analista judici&aacute;rio &ndash; &aacute;rea apoio especializado, especialidade Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o (TI). Segundo o TST, os cargos ser&atilde;o criados para compatibilizar a estrutura do TRT da 17&ordf; Regi&atilde;o &agrave;s normas do Conselho Superior da Justi&ccedil;a do Trabalho.<br />
<br />
Uma resolu&ccedil;&atilde;o do conselho define que tribunais que tenham entre 501 e 1.500 usu&aacute;rios de recursos de inform&aacute;tica devem ter, no m&iacute;nimo, 5% dos seus funcion&aacute;rios dando suporte &agrave; &aacute;rea, preferencialmente servidores concursados. De acordo com o TST, o tribunal da 17&ordf; regi&atilde;o s&oacute; possui 23 servidores com cargos espec&iacute;ficos de TI, quando seriam necess&aacute;rios entre 35 e 45 para cumprir a norma do conselho.<br />
<br />
O relator na CCJ, deputado Cesar Colnago (PSDB-ES), apresentou parecer pela constitucionalidade da proposta.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[16/05/2012 09:12:05]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Honda: nova tabela na área restrita]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6440</link>
<description><![CDATA[<p>J&aacute; est&aacute; dispon&iacute;vel na <a href="http://www.anajustra.org.br/area_restrita/">&aacute;rea restrita</a> a tabela de pre&ccedil;os da Honda para o m&ecirc;s de maio. Neste m&ecirc;s, o Civic LXS (manual) sai por R$ 62.364,60 e o Fit DX, tamb&eacute;m manual, por R$ 48.433,00. <br />
<br />
Para conferir os valores, acesse a &aacute;rea restrita com seu login e senha. V&aacute; para a p&aacute;gina do conv&ecirc;nio e clique no link &ldquo;tabela de valores&rdquo;.<br />
<br />
A montadora garante aos clientes tr&ecirc;s anos de garantia, sem limite de quilometragem e assist&ecirc;ncia de 24 horas em todo territ&oacute;rio brasileiro e pa&iacute;ses do Mercosul.<br />
<br />
<strong>Como comprar</strong><br />
<br />
V&aacute; at&eacute; uma concession&aacute;ria Honda e apresente o cart&atilde;o de associado, que pode ser impresso na &aacute;rea restrita. Leve tamb&eacute;m c&oacute;pias do RG, CPF e comprovante de endere&ccedil;o.<br />
<br />
O faturamento ser&aacute; feito em nome do associado, direto da f&aacute;brica. O contrato permite a compra de apenas um autom&oacute;vel no ano. O prazo de entrega &eacute; de 60 dias.<br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[15/05/2012 11:06:48]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contribuinte já pode saber se declaração do IR tem erro]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6439</link>
<description><![CDATA[<p>Os contribuintes j&aacute; podem consultar a situa&ccedil;&atilde;o da sua declara&ccedil;&atilde;o do Imposto de Renda deste ano no site da Receita Federal. Em caso de problemas, &eacute; poss&iacute;vel saber o que precisar&aacute; corrigir com uma declara&ccedil;&atilde;o retificadora.<br />
<br />
A Receita finalizou o processamento das declara&ccedil;&otilde;es deste ano.<br />
<br />
O acesso aos dados pode ser feito pelo sistema e-CAC (centro virtual de atendimento ao contribuinte).<br />
<br />
Segundo o supervisor do IR da Receita, Joaquim Adir, todas as declara&ccedil;&otilde;es entregues at&eacute; o dia 30 de abril j&aacute; est&atilde;o dispon&iacute;veis no sistema.<br />
<br />
&quot;Se faltou alguma declara&ccedil;&atilde;o, ser&aacute; algo pontual&quot;, diz.<br />
<br />
Para documentos que n&atilde;o apresentarem problemas, aparecer&aacute; a mensagem &quot;em processamento&quot; --o que significa que ela j&aacute; passou pela an&aacute;lise e n&atilde;o caiu na malha fina.<br />
<br />
Se houver algum problema, aparecer&aacute; a express&atilde;o &quot;Com pend&ecirc;ncias&quot;.<br />
<br />
Para contribuintes que t&ecirc;m imposto a pagar e que j&aacute; come&ccedil;aram os pagamentos das cotas a mensagem informada ser&aacute; que a declara&ccedil;&atilde;o foi &quot;processada&quot;. O mesmo vale para quem tem mais de 60 anos e que dever&aacute; receber a restitui&ccedil;&atilde;o no primeiro lote.<br />
<br />
A mensagem, entretanto, n&atilde;o ir&aacute; aparecer para todos os contribuintes que ir&atilde;o receber no primeiro lote.<br />
<br />
<strong>Pend&ecirc;ncias</strong><br />
<br />
Se a declara&ccedil;&atilde;o do contribuinte tiver algum erro, o sistema mostrar&aacute; a mensagem &quot;com pend&ecirc;ncia&quot;.<br />
<br />
O pr&oacute;prio programa e-CAC apontar&aacute; as diverg&ecirc;ncias, que dever&atilde;o ser corrigidas por meio de uma declara&ccedil;&atilde;o retificadora.<br />
<br />
Segundo a Receita, a maior parte dos problemas refere-se a diverg&ecirc;ncias nos rendimentos recebidos de PJ --como quando o contribuinte faz algum bico e esquece de informar o recebimento do dinheiro.<br />
<br />
Para acertar as falhas, &eacute; preciso enviar uma declara&ccedil;&atilde;o retificadora com os dados corrigidos.<br />
<br />
A Receita pagar&aacute; o primeiro lote de restitui&ccedil;&atilde;o em junho. T&ecirc;m prioridade contribuintes com mais de 60 anos e aqueles que entregaram o IR nos primeiros dias. </p>
<p><br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[15/05/2012 11:04:00]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ferramenta mede taxa de governismo de deputados]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6438</link>
<description><![CDATA[<p>O Bas&ocirc;metro (<a href="http://estadaodados.herokuapp.com/html/basometro/" target="_blank">politica.estadao.com.br/estadaodados</a>) &eacute; uma ferramenta que permite medir o apoio dos deputados ao governo e acompanhar sua posi&ccedil;&atilde;o nas vota&ccedil;&otilde;es da C&acirc;mara. <br />
<br />
Cada parlamentar &eacute; representado por uma bolinha com a cor do seu partido. Quanto mais pr&oacute;xima a bolinha estiver do governo (no alto), maior &eacute; a taxa de governismo, ou seja, o n&uacute;mero de votos pr&oacute;-governo em rela&ccedil;&atilde;o ao total de votos no per&iacute;odo.<br />
<br />
O slider (bot&atilde;o desliz&aacute;vel) da taxa de governismo, &agrave; direita, pode ser arrastado para cima (mais governista) ou para baixo (mais oposicionista).<br />
<br />
No alto, um t&iacute;tulo din&acirc;mico aponta o n&uacute;mero de deputados pr&oacute;-governo na taxa selecionada. No acumulado das 98 vota&ccedil;&otilde;es analisadas, 239 deputados votaram com o governo em 90% das vezes ou mais, e 272 votaram com o governo em menos de 90% das vezes.<br />
<br />
<strong>Estados e partidos</strong><br />
<br />
Ao se clicar na bolinha, s&atilde;o mostrados detalhes da atua&ccedil;&atilde;o do deputado, como quantas vezes ele votou com o governo, votou contra ou n&atilde;o votou, al&eacute;m da taxa de governismo. &Eacute; poss&iacute;vel clicar nos nomes dos partidos e verificar como foi o comportamento de cada um, isoladamente, al&eacute;m de selecionar as bancadas de cada Estado. Um campo de busca no topo da p&aacute;gina ajuda a encontrar um deputado espec&iacute;fico.<br />
<br />
Abaixo, uma linha do tempo permite ver o comportamento dos parlamentares ao longo das vota&ccedil;&otilde;es. As teclas in&iacute;cio e fim podem ser movidas para selecionar o per&iacute;odo desejado.<br />
<br />
Al&eacute;m da tela que mostra o comportamento dos deputados em determinados per&iacute;odos, &eacute; poss&iacute;vel abrir uma segunda visualiza&ccedil;&atilde;o sobre a posi&ccedil;&atilde;o de cada partido em vota&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas.<br />
<br />
Os dados que alimentam o Bas&ocirc;metro foram obtidos no site da C&acirc;mara. Foram consideradas todas as vota&ccedil;&otilde;es nominais - as &uacute;nicas em que o voto individual do deputado &eacute; computado - que ocorreram desde o in&iacute;cio de 2011. N&atilde;o entram no levantamento casos em que o governo n&atilde;o orientou os deputados como votar.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[15/05/2012 08:22:20]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Medida provisória garante reajuste para servidores do Executivo]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6437</link>
<description><![CDATA[<p>O governo federal publicou nesta segunda-feira, 14, medida provis&oacute;ria que assegura o pagamento dos reajustes salariais acordados entre sindicatos e o Minist&eacute;rio do Planejamento no ano passado. A MP 568 vai substituir o Projeto de Lei n.&ordm; 2.203/2011, que beneficia 937,6 mil servidores do Executivo, entre ativos aposentados e pensionistas.<br />
<br />
O valor do conjunto de mudan&ccedil;as &eacute; de, aproximadamente, R$ 1,6 bilh&atilde;o e foi o &uacute;nico previsto na Lei Or&ccedil;ament&aacute;ria Anual de 2012. O secret&aacute;rio-geral da Confedera&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores no Servi&ccedil;o P&uacute;blico Federal (Condsef), Josemilton Costa, explicou que, como o projeto de lei ainda n&atilde;o tinha sido votado, o governo precisou editar a medida para n&atilde;o prejudicar categorias como a de professores, que tinham reajuste previsto para mar&ccedil;o. &quot;Esses trabalhadores estavam esperando aumento. Agora, a medida tem for&ccedil;a de lei e, para eles, o reajuste ser&aacute; retroativo. Mas ainda vamos analisar todo o conte&uacute;do para saber se ele n&atilde;o fere o acordo que fizemos com o governo&quot;, afirmou.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[14/05/2012 14:08:00]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relator entrega parecer preliminar da LDO com regras para emendas]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6436</link>
<description><![CDATA[<p>O relator do projeto da Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias (LDO), senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), entregou na sexta-feira, 11, &agrave; Comiss&atilde;o Mista de Or&ccedil;amento, o parecer preliminar, que traz as regras para apresenta&ccedil;&atilde;o de emendas &agrave; proposta. A principal novidade &eacute; a decis&atilde;o de criar o anexo de metas e prioridades a partir das emendas de deputados, senadores, bancadas estaduais e comiss&otilde;es da C&acirc;mara e do Senado.<br />
<br />
O projeto enviado pelo Executivo (PLN 3/12) n&atilde;o trouxe o anexo, como determina a Constitui&ccedil;&atilde;o. O texto limita-se a dizer que as metas e prioridades para 2013 correspondem &agrave;s a&ccedil;&otilde;es do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC) e do programa Brasil sem Mis&eacute;ria, sem, no entanto, especific&aacute;-las. O entendimento do governo &eacute; que o detalhamento s&oacute; precisa ser feito na elabora&ccedil;&atilde;o do novo or&ccedil;amento.<br />
<br />
A inexist&ecirc;ncia do anexo foi criticada pelos integrantes da Comiss&atilde;o de Or&ccedil;amento na audi&ecirc;ncia p&uacute;blica com a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, realizada na ter&ccedil;a-feira (8), na qual a LDO foi discutida. O anexo &eacute; o principal foco das emendas parlamentares ao projeto.<br />
<br />
<strong>Limitador</strong><br />
<br />
De acordo com o parecer do senador Valadares, cada parlamentar, bancada e comiss&atilde;o poder&aacute; apresentar at&eacute; cinco emendas ao anexo. Elas dever&atilde;o tomar como base as a&ccedil;&otilde;es previstas nos or&ccedil;amentos fiscal e da seguridade em vigor (Lei 12.595/12), informando a meta f&iacute;sica a ser conclu&iacute;da no pr&oacute;ximo ano. No caso de constru&ccedil;&atilde;o de trecho rodovi&aacute;rio, por exemplo, o deputado ter&aacute; que informar em que BR a obra vai se localizar, o programa ao qual a constru&ccedil;&atilde;o est&aacute; associada e a quantidade de quil&ocirc;metros que ser&atilde;o asfaltados com recursos do pr&oacute;ximo or&ccedil;amento.<br />
<br />
No conjunto, as emendas n&atilde;o podem ser superiores, em valor, a 20% do or&ccedil;amento autorizado do PAC para este ano, que foi de R$ 40,6 bilh&otilde;es. Portanto, o anexo de metas constru&iacute;do pelo Congresso ficar&aacute; restrito a R$ 8,5 bilh&otilde;es. O limitador tem o objetivo de criar um anexo mais enxuto, com um n&uacute;cleo de prioridades para 2013.<br />
<br />
Como o n&uacute;mero de emendas apresentadas dever&aacute; superar o limitador, o relator do projeto da LDO decidiu que vai priorizar at&eacute; as tr&ecirc;s emendas individuais relativas a a&ccedil;&otilde;es or&ccedil;ament&aacute;rias em andamento e propostas com maior frequ&ecirc;ncia pelos parlamentares. No caso das emendas coletivas (bancadas e comiss&otilde;es), todas ser&atilde;o aceitas.<br />
<br />
Em rela&ccedil;&atilde;o ao texto da lei, n&atilde;o haver&aacute; limites para apresenta&ccedil;&atilde;o de emendas.<br />
<br />
<strong>Prazos</strong><br />
<br />
O prazo para apresenta&ccedil;&atilde;o de emendas ao relat&oacute;rio preliminar come&ccedil;a na pr&oacute;xima segunda (14) e vai at&eacute; a quarta-feira (16). Pelo cronograma de tramita&ccedil;&atilde;o do projeto da LDO, o parecer deve ser votado na comiss&atilde;o at&eacute; o dia 17.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[14/05/2012 08:35:07]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seguridade discutirá o fim da contribuição previdenciária de servidores inativos]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6435</link>
<description><![CDATA[<table align="left" width="200" cellspacing="10" cellpadding="1" border="0">
    <tbody>
        <tr>
            <td><img width="347" height="207" src="http://www.anajustra.org.br/img_site/img_fck/CONGRESSO_agenciasenado.jpg" alt="" /><br />
            <strong><span style="color: rgb(128, 128, 128);"><em><span style="font-size: smaller;">Foto: Ag&ecirc;ncia Senado</span></em></span></strong></td>
        </tr>
    </tbody>
</table>
<p>A Comiss&atilde;o de Seguridade Social e Fam&iacute;lia realizar&aacute; nesta quinta-feira, 17, audi&ecirc;ncia p&uacute;blica sobre a import&acirc;ncia da aprova&ccedil;&atilde;o da PEC 555/06, que acaba com a cobran&ccedil;a de contribui&ccedil;&atilde;o previdenci&aacute;ria dos servidores inativos. A proposta foi aprovada em comiss&atilde;o especial e aguarda vota&ccedil;&atilde;o pelo Plen&aacute;rio.<br />
<br />
O debate foi proposto pelo deputado Amauri Teixeira (PT-BA). Ele diz que o objetivo da audi&ecirc;ncia &eacute; acelerar a tramita&ccedil;&atilde;o da proposta, que &ldquo;corrige mais uma injusti&ccedil;a contra os trabalhadores&rdquo;.<br />
<br />
<strong>Foram convidados: </strong><br />
- o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), &Aacute;lvaro Solon de Franca; <br />
- um representante do Minist&eacute;rio da Previd&ecirc;ncia; <br />
- um representante da Central &Uacute;nica dos Trabalhadores (CUT); <br />
- o presidente da Confedera&ccedil;&atilde;o dos Trabalhadores no Servi&ccedil;o P&uacute;blico Federal (Condsef), Josemilton Maur&iacute;cio da Costa.<br />
<br />
A reuni&atilde;o ser&aacute; realizada &agrave;s 9h30, no Plen&aacute;rio 7.<br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[14/05/2012 08:23:00]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CCJ vota proibição de concurso para cadastro de reserva ]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6434</link>
<description><![CDATA[<p>Projeto de lei do Senado que pro&iacute;be a realiza&ccedil;&atilde;o de concurso p&uacute;blico exclusivamente para a forma&ccedil;&atilde;o de cadastro de reserva ser&aacute; examinado pela Comiss&atilde;o de Constitui&ccedil;&atilde;o, Justi&ccedil;a e Cidadania (CCJ) na reuni&atilde;o da pr&oacute;xima quarta-feira (16). A proposta, de autoria do ex-senador Expedito J&uacute;nior (PR-RO), foi aprovada na Comiss&atilde;o de Assuntos Sociais (CAS) e segue para a decis&atilde;o terminativa da CCJ.<br />
<br />
A proposta (PLS 369/2008) obriga a indica&ccedil;&atilde;o expressa nos editais de concursos p&uacute;blicos do n&uacute;mero de vagas a serem providas. A medida, de acordo com o projeto, ser&aacute; observada em concursos de provas ou de provas e t&iacute;tulos no &acirc;mbito da administra&ccedil;&atilde;o direta da Uni&atilde;o, dos estados, do Distrito Federal e dos munic&iacute;pios. De acordo com a proposi&ccedil;&atilde;o, tal cadastro de reserva ser&aacute; permitido somente para candidatos aprovados em n&uacute;mero excedente ao de vagas a serem preenchidas.<br />
<br />
Na opini&atilde;o de Expedito, a realiza&ccedil;&atilde;o de concursos p&uacute;blicos sem que haja qualquer vaga a ser preenchida contraria os princ&iacute;pios da moralidade, impessoalidade e efici&ecirc;ncia ao criar nos candidatos falsas expectativas de nomea&ccedil;&atilde;o. O autor lembra a decis&atilde;o do Supremo Tribunal Federal (STF) que determinou a obrigatoriedade de provimento dos cargos anunciados em edital de concurso p&uacute;blico.<br />
<br />
No mesmo sentido, o relator do projeto na CCJ, senador A&eacute;cio Neves (PSDB-MG), repudiou a abertura de concurso sem que ocorra necessidade administrativa demonstr&aacute;vel pela exist&ecirc;ncia de cargos vagos, frisando que a &ldquo;insensibilidade e desrespeito&rdquo; da administra&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica trazem inseguran&ccedil;a ao candidato:<br />
&ldquo;Ainda mais grave &eacute; submeter o concursando ao desgaste de um longo per&iacute;odo de prepara&ccedil;&atilde;o, durante o qual incorre em despesas e sacrif&iacute;cios pessoais e n&atilde;o raro familiares. Gasta com cursos preparat&oacute;rios, &agrave;s vezes com o abandono do emprego para dedica&ccedil;&atilde;o integral aos estudos e, finalmente, com os valores cobrados para poder realizar as provas. Depois disto tudo, aprovado, passa a viver a expectativa e a incerteza da admiss&atilde;o ao emprego para o qual se habilitou&rdquo;, diz o relat&oacute;rio.<br />
&nbsp;</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[14/05/2012 08:17:42]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aprovado Regulamento Geral da Secretaria do CSJT]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6433</link>
<description><![CDATA[<p>Mediante o Ato n&ordm; 105/2012, o presidente do Conselho Superior da Justi&ccedil;a do Trabalho, ministro Jo&atilde;o Oreste Dalazen, aprovou o Regulamento Geral da Secretaria do CSJT. O documento estabelece a estrutura e a organiza&ccedil;&atilde;o dos servi&ccedil;os auxiliares do Conselho e fixa a compet&ecirc;ncia administrativa dos respectivos &oacute;rg&atilde;os. Desde que foi instalado, em 2005, o CSJT n&atilde;o contava com regulamenta&ccedil;&atilde;o desse tipo.<br />
<br />
O ato resgata a diretriz do artigo 97 do Regimento Interno do Conselho, no sentido de a organiza&ccedil;&atilde;o da secretaria, seu funcionamento e atribui&ccedil;&otilde;es do secret&aacute;rio-geral, bem como das unidades administrativas, constarem em Regulamento Geral editado pelo presidente.<br />
<br />
Agora, al&eacute;m do gabinete da secretaria-geral, o CSJT passa a ter seis coordenadorias (Processual, Controle e Auditoria, Or&ccedil;amento e Finan&ccedil;as, Tecnologia da Informa&ccedil;&atilde;o, Gest&atilde;o Estrat&eacute;gica e Gest&atilde;o Documental) e duas assessorias (Comunica&ccedil;&atilde;o Social e Rela&ccedil;&otilde;es Institucionais).&nbsp;&nbsp; O regulamento tamb&eacute;m disciplina o funcionamento de divis&otilde;es, n&uacute;cleos e se&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
O documento enfatiza que &ldquo;as unidades administrativas dever&atilde;o atuar de modo estrat&eacute;gico e empreendedor, de forma que a gest&atilde;o caracterize-se por a&ccedil;&otilde;es proativas e decis&otilde;es tempestivas, com foco em resultados e na satisfa&ccedil;&atilde;o de usu&aacute;rios, a par da correta aplica&ccedil;&atilde;o dos recursos p&uacute;blicos&rdquo;. Os princ&iacute;pios &eacute;ticos e as normas de conduta a serem seguidas tamb&eacute;m est&atilde;o elencados no regulamento.</p>]]></description>
<lastBuildDate><![CDATA[11/05/2012 14:57:12]]></lastBuildDate>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ministra defende regra que flexibiliza execução do Orçamento]]></title>
<link>http:www.anajustra.org.br/noticias/noticia.asp?id=6432</link>
<description><![CDATA[<p>A ministra do Planejamento, Miriam Belchior, defendeu na ter&ccedil;a-feira, 8, em audi&ecirc;ncia p&uacute;blica na Comiss&atilde;o Mista de Or&ccedil;amento, os dispositivos do projeto da Lei de Diretrizes Or&ccedil;ament&aacute;rias (LDO) para 2013 que &ldquo;flexibilizam&rdquo; a execu&ccedil;&atilde;o do or&ccedil;amento do pr&oacute;ximo ano. Os dispositivos concentram a pol&ecirc;mica em torno da proposta que tramita na comiss&atilde;o. O principal deles &eacute; a execu&ccedil;&atilde;o provis&oacute;ria do or&ccedil;amento na aus&ecirc;ncia de lei sancionada at&eacute; 31 de dezembro.<br />
<br />
O projeto autoriza o governo a executar investimentos no &acirc;mbito do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC) e das estatais, e despesas de car&aacute;ter inadi&aacute;vel, esta na propor&ccedil;&atilde;o de 8,34% por m&ecirc;s do valor da programa&ccedil;&atilde;o, mesmo se a lei or&ccedil;ament&aacute;ria n&atilde;o for aprovada este ano. Para os consultores de or&ccedil;amento do Congresso, a permiss&atilde;o reduz o papel do Congresso na defini&ccedil;&atilde;o das pol&iacute;ticas p&uacute;blicas e pode gerar desinteresse do Executivo na tramita&ccedil;&atilde;o do projeto do novo or&ccedil;amento.<br />
<br />
&ldquo;Parece incongruente dizer que investimento &eacute; importante e n&atilde;o deixar execut&aacute;-lo&rdquo;, argumentou Miriam Belchior. Ela afirmou que a regra &eacute; apenas uma garantia para evitar descontinuidade na gest&atilde;o or&ccedil;ament&aacute;ria, e que o compromisso do governo &eacute; votar o or&ccedil;amento no prazo constitucional (at&eacute; 22 de dezembro). &ldquo;Gostaria de afian&ccedil;ar que ao governo interessa a aprova&ccedil;&atilde;o at&eacute; o final da sess&atilde;o legislativa. &Eacute; o que tem acontecido nos &uacute;ltimos anos&rdquo;, disse a ministra, em resposta a um questionamento do l&iacute;der PSDB na comiss&atilde;o, deputado Duarte Nogueira (SP).<br />
<br />
<strong>Anexo de metas</strong><br />
<br />
Outro ponto pol&ecirc;mico da proposta &eacute; a falta de detalhamento do anexo de metas e prioridades, com a quantifica&ccedil;&atilde;o do que se pretende executar em 2013. O texto do governo informa apenas que as prioridades ser&atilde;o as obras do PAC, do programa Minha Casa, Minha Vida, e do Plano Brasil sem Mis&eacute;ria. O relator do projeto da LDO, senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), chegou a pedir &agrave; ministra o envio dos detalhes das a&ccedil;&otilde;es, mas ela n&atilde;o se comprometeu com isso, e limitou-se a dizer que est&aacute; disposta a dialogar com o relator e resolver eventuais atritos.<br />
<br />
O anexo de metas e prioridades &eacute; previsto na Constitui&ccedil;&atilde;o. Nos &uacute;ltimos anos tem se tornado um ponto de conflito entre o Congresso e o Executivo, em raz&atilde;o dessa falta de detalhamento. A avalia&ccedil;&atilde;o dos parlamentares &eacute; que o Congresso n&atilde;o pode aprovar &ldquo;prioridades desconhecidas&rdquo;, como disse o senador Valadares. Para os parlamentares o anexo tem uma import&acirc;ncia a mais: &eacute; nele que se concentram as emendas. E a&iacute; a praxe &eacute; apresentar emendas detalhadamente, com as a&ccedil;&otilde;es a serem priorizadas pelo or&ccedil;amento e as metas a serem atingidas no ano seguinte.<br />
<br />
Para a ministra do Planejamento, esse n&iacute;vel de detalhamento &eacute; question&aacute;vel. &ldquo;A nossa preocupa&ccedil;&atilde;o &eacute; n&atilde;o fazer na LDO o que deve ser feito somente na lei or&ccedil;ament&aacute;ria. A LDO tem outro papel, que &eacute; de dar diretrizes&rdquo;, disse Miriam Belchior. O assunto ser&aacute; discutido agora pelos integrantes da Comiss&atilde;o de Or&ccedil;amento com o relator da proposta.<br />
<strong><br />
Redutor do superavit</strong><br />
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Durante a audi&ecirc;ncia, Miriam Belchior defendeu o redutor do superavit prim&aacute;rio previsto para 2013. De acordo com o projeto, a meta de resultado prim&aacute;rio do pr&oacute;ximo ano, de R$ 155,9 bilh&otilde;es para o conjunto do setor p&uacute;blico, poder&aacute; ser abatida at&eacute; o montante das despesas do PAC, que somam R$ 45,2 bilh&otilde;es. O objetivo da medida &eacute; deixar uma margem para a meta prim&aacute;ria caso o governo tenha dificuldade em cumpri-la e garantir os investimentos. O redutor com base no PAC vem sendo usado desde a LDO de 2009.<br />
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O problema &eacute; que o mecanismo tem funcionado como um piso para o contingenciamento anunciado a cada in&iacute;cio de ano: para n&atilde;o ter que lan&ccedil;ar m&atilde;o do abatimento e cumprir a meta cheia, o Executivo inclui o valor do redutor no bloqueio or&ccedil;ament&aacute;rio. Como ele vem crescendo ano a ano, sobe tamb&eacute;m o contingenciamento, atingindo, como consequ&ecirc;ncia, as emendas parlamentares.<br />
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O relator da LDO questionou a ministra sobre a necessidade de manter o mecanismo, mas ela afirmou que o governo precisa dele. &ldquo;Para n&oacute;s, &eacute; um elemento importante a ser mantido para a condu&ccedil;&atilde;o dos neg&oacute;cios do governo&rdquo;, afirmou Miriam Belchior. Para o senador Valadares, a medida tem reduzido a import&acirc;ncia das emendas parlamentares.<br />
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Ele defendeu que a parcela da reserva de conting&ecirc;ncia que &eacute; usada para financiar as emendas (equivalente a 1% da receita corrente l&iacute;quida da Uni&atilde;o) fique livre do contingenciamento, j&aacute; apontando um caminho que pode seguir no parecer que apresentar&aacute; ao projeto da LDO.</p>]]></description>
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